Uma geração que viveu a transição e continua fazendo história
Aos que já passaram dos 40 anos, há algo que precisa ser dito com orgulho: nunca existirá uma geração como a nossa. Fomos protagonistas da transição mais radical da história — do mundo analógico ao digital — e seguimos relevantes, produtivos e curiosos em um cenário de mudanças constantes.
Vivemos o tempo das cartas, dos discos e das televisões sem controle remoto. Aprendemos datilografia, assistimos à chegada dos primeiros computadores e nos encantamos com o som do modem conectando à internet. Hoje, estamos lado a lado com a inteligência artificial, ajustando rotas, aprendendo novas ferramentas e, mais do que isso, ensinando o valor da experiência humana em meio à tecnologia.
Entre o passado analógico e o presente digital
Somos a geração da adaptação real, a ponte entre dois mundos. Fomos moldados por uma infância sem internet e uma vida adulta conectada a ela. Vimos nascer o celular, o e-mail, as redes sociais e agora testemunhamos a ascensão da IA generativa.
Essa travessia nos ensinou mais do que dominar novas tecnologias — nos ensinou a aprender a aprender. E essa habilidade, de absorver o novo sem perder o essencial, é o que nos torna únicos.
Enquanto muitos falam sobre inovação, vivemos a inovação na prática, adaptando-nos a cada nova onda tecnológica sem perder nossa identidade.
Quando a experiência vira diferencial competitivo
No mercado atual, ainda há quem subestime profissionais acima dos 40 anos, associando maturidade a obsolescência. Mas isso é um equívoco. A experiência não é um peso, é um ativo estratégico.
Quem já viveu ciclos econômicos, crises, mudanças culturais e revoluções tecnológicas carrega repertório e visão sistêmica que não se aprendem em cursos rápidos. Temos a capacidade de identificar padrões, antecipar riscos e agir com equilíbrio em meio à incerteza.
A juventude traz energia, velocidade e novas perspectivas. Nós trazemos contexto, leitura de cenário e a calma de quem já enfrentou tempestades antes.
Quando esses dois mundos se unem — a energia dos jovens e a sabedoria dos experientes — nascem as equipes mais potentes e inovadoras.
IA é motor. Nós somos os pilotos.
A inteligência artificial é a ferramenta mais poderosa já criada. Ela analisa dados, executa tarefas e automatiza processos com velocidade sobre-humana.
Mas sozinha, ela não cria propósito. Quem pilota a IA somos nós — com empatia, sensibilidade e propósito.
A tecnologia é o motor. A experiência humana é o volante.
E é justamente essa combinação que define o sucesso das organizações do futuro: tecnologia com alma.
Um chamado para todas as gerações
Se você tem mais de 40 anos, não permita que sua experiência seja desvalorizada. Continue curioso, atualizado e aberto ao novo — sua bagagem é o que dá profundidade às transformações.
Se você tem menos de 40, conecte-se com quem veio antes de você. Trocar experiências é o que mantém a inovação sustentável.
E se você ainda vê a IA como ameaça, mude o olhar: a inteligência artificial é ferramenta; o diferencial sempre será humano.
Conclusão: somos a ponte entre eras
Somos a geração que viveu a magia do passado analógico e agora impulsiona o presente digital. Somos a ponte que conecta sabedoria, juventude e tecnologia para construir o futuro.
E o mais importante: continuamos aprendendo, questionando e evoluindo — porque o verdadeiro diferencial competitivo não está em acompanhar as mudanças, mas em ser parte ativa da transformação.
Na Confra de Projetos, acreditamos que a experiência e a inovação caminham juntas.
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